viernes, abril 25, 2008
UM CLUBE DE 1875 MEMBROS
viernes, septiembre 07, 2007
Schopenhauer, para entender por qué nos gusta el mar
Todo QUERER nasce de uma necessidade, portanto de uma carência, logo, de um sofrimento. A satisfação põe um fim ao sofrimento; todavia, contra cada desejo satisfeito permanecem pelo menos dez que não o são. Ademais, a nossa cobiça dura muito, as nossas exigências não conhecem limites; a satisfação, ao contrário, é breve e módica. Mesmo a satisfação final é apenas aparente: o desejo satisfeito logo dá lugar a um novo: aquele é um erro conhecido, este um erro ainda desconhecido. Objeto algum alcançado pelo querer pode fornecer uma satisfação duradoura, sem fim, mas ela se assemelha sempre apenas a uma esmola atirada ao mendigo, que torna sua vida menos miserável hoje, para prolongar seu tormento amanhã. (...) O sujeito do querer, conseqüentemente, está sempre atado à roda de Íxion que não cessa de girar, está sempre enchendo os tonéis das Danaides, é o eternamente sedento Tântalo.
(Schopenhauer, A., O Mundo como Vontade e como Representação, I 231)
Lo único que puede retirar al hombre de esta rueda sin fin, de esta esclavitud del querer es la emoción estética, en que el querer se detiene y el que contempla se funde con la obra de arte -fruto del genio, aquel capaz de enseñarnos a mirar lo que hay de inmutable en la diversidad, o como dice Goethe, citado por Schopenhauer "capaz de poner en pensamientos duraderos los que oscila en el fenômeno".
Pero hay, sigue el filósofo alemán, una emoción semejante y tal vez más fuerte que la emoción estética, que es la contemplación de la naturaleza, de lo sublime. Hasta el hombre más común se deja llevar por el espectáculo magnífico de la naturaleza exuberante. Mas en el hombre más simple, esta contemplación, este abandono del querer dura poco y hacen falta distracciones, aunque sea un libro; el querer impera, nuevamente. "Eis por que de bom grado nunca ficam sozinhos com a natureza; precisam da sociedade, ao menos de um livro". Sólo los espíritus más elevados toleran y disfrutan de la suspensión del querer que la contemplación de la naturaleza sublime proporciona.
(...) se precisamente os objetos cujas figuras significativas nos convidam à sua pura contemplação têm uma relação hostil com a Vontade humana em geral, como exposta em sua objetidade, o corpo humano, e são-lhe contrários, ameaçando-o com toda a sua superpotência que elimina qualquer resistência, ou reduzindo-a a nada em toda sua grandeza incomensurável; e se, apesar disso, o contemplador não dirige a sua atenção a essa relação hostil, impositiva contra sua vontade, mas, embora que a perceba e a reconheça, desvia-se dela com consciência, na medida em que se liberta violentamente da própria vontade e de suas relações, entregue agora tão-somente ao conhecimento, e contempla calmamente como puro sujeito do conhecer destituído de Vontade exatamente aqueles objetos tão aterradores para a Vontade, apreendendo somente a sua Idéia alheia a qualquer relação, por conseguinte detendo-se de bom grado em sua contemplação, conseguintemente elevando-se por sobre si mesmo, sua pessoa, seu querer, qualquer querer -, então o que o preenche é o sentimento do SUBLIME, ele se encontra no estado de elevação, justamente também nomeando-se SUBLIME o objeto que ocasiona esse estado. (I 238)
Es decir, cuando las fuerzas de la naturaleza amenazan nuestra integridad física, y cuando así mismo las contemplamos calmamente, apreendiendo su belleza magnífica, como que fundiéndonos en el universo como una gota en el océano, allí el sentimiento es efectivamente de sublime. El filósofo describe tormentas, montañas, desiertos y cielos estrellados. La filosofía se encuentra con la poesía para hablar de la naturaleza sublime. Y uno piensa en el mar de tormenta, cuando el cielo está cargado de nubes, las olas crecen y rompen y uno allí, en el medio de todo eso, en un barco que es menos que nada frente a esas fuerzas colosales...
carajo, tengo ganas de navegar!!!
sábado, agosto 18, 2007
Sea-Fever

I must down to the seas again, to the lonely sea and the sky,
And all I ask is a tall ship and a star to steer her by,
And the wheel’s kick and the wind’s song and the white sail’s shaking,
And a grey mist on the sea’s face, and a grey dawn breaking.
I must down to the seas again, for the call of the running tide
Is a wild call and a clear call that may not be denied;
And all I ask is a windy day with the white clouds flying,
And the flung spray and the blown spume, and the sea-gulls crying.
I must down to the seas again, to the vagrant gypsy life,
To the gull’s way and the whale’s way where the wind’s like a whetted knife;
And all I ask is a merry yarn from a laughing fellow-rover
And quiet sleep and a sweet dream when the long trick’s over.
John Masefield (1878-1967)
domingo, julio 22, 2007
miércoles, enero 25, 2006
Capitán Haddok, Corto Maltés... o Capitán Piluso?
Manolo Suarez, Bartolo y familia

Valentina y Javier, el libro de visitas de la familia Suarez, vino, sidra y un asado inolvidable. Amigos.

La pava del mate y la bandeja con el asado sobre la cocina de leña. El viento sopla, frío, y se lleva las historias de Manolo cuenta. Bartolo las complementa, las corrige y se ríe como si las escuchara por primera vez. Doce hijos y todo el golfo para pescar y para bucear. Manolo es un tipo feliz.









































